Conforme Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o planejamento estratégico é a etapa mais determinante para o sucesso de obras públicas, especialmente em um país onde desafios de logística, orçamento e prazos fazem parte da rotina. Sem estruturação rigorosa, até projetos aparentemente simples podem sofrer atrasos, custos adicionais e perda de qualidade. Por isso, o setor público e as empresas executoras precisam atuar de forma integrada desde os primeiros estudos até a entrega final.
Diagnóstico técnico como ponto de partida
Segundo Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o planejamento estratégico começa muito antes do canteiro ser instalado. A análise do terreno, as condições ambientais, a infraestrutura existente e as necessidades reais da população devem ser mapeadas com precisão. Esse diagnóstico reduz incertezas e cria bases sólidas para a elaboração de projetos executivos completos e compatibilizados — elementos essenciais para evitar retrabalhos e garantir durabilidade.
Além disso, estudos prévios permitem prever interferências no tráfego, impactos sobre comunidades locais e exigências específicas de segurança, preparando o ambiente para uma obra mais organizada e eficiente.
Definição clara de escopo e cronograma
A falta de delimitação técnica é uma das causas mais comuns de problemas em obras públicas. De acordo com Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, escopos bem definidos e cronogramas realistas aumentam a transparência e permitem que cada etapa seja acompanhada rigorosamente por fiscalizações internas e externas. Um bom planejamento leva em conta fatores como sazonalidade, clima, disponibilidade de materiais e frentes de serviço simultâneas.
Cronogramas integrados evitam sobrecargas e aceleram o fluxo de execução, garantindo que diferentes equipes trabalhem de maneira coordenada e sem interrupções desnecessárias.

Gestão eficiente de recursos e tecnologia aplicada
Obras públicas exigem uso responsável dos recursos, o que inclui orçamento, mão de obra e materiais. Para Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a gestão estratégica desses elementos evita desperdícios e assegura que a obra aproveite plenamente o investimento público. Ferramentas tecnológicas como BIM, sistemas de monitoramento remoto e plataformas integradas de gestão já são essenciais para acompanhar métricas de desempenho e prever riscos.
Essas tecnologias também aumentam a qualidade e permitem que decisões sejam tomadas com base em dados concretos, reduzindo subjetividades e incertezas durante a execução.
Segurança como eixo central do planejamento
Projetos de infraestrutura pública têm impacto direto sobre milhões de pessoas, o que torna a segurança uma prioridade absoluta. Segundo Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, normas técnicas, sinalizações adequadas, capacitação de equipes e monitoramento constante são pilares indispensáveis. Planejar a segurança desde a concepção do projeto reduz acidentes, minimiza interrupções e preserva a integridade de trabalhadores e usuários futuros da obra.
Durabilidade como compromisso com a sociedade
Para garantir longevidade, é necessário que cada fase do projeto considere materiais adequados, processos de execução corretos e manutenção preventiva após a entrega. Elmar Juan Passos Varjão Bomfim observa que obras duráveis não dependem apenas da execução, mas da qualidade do projeto e da fiscalização contínua. Quando esses elementos se alinham, o resultado é infraestrutura mais segura, econômica e funcional ao longo dos anos.
Planejar estrategicamente é, portanto, a melhor forma de transformar recursos públicos em benefícios reais para a população. Com rigor técnico, responsabilidade e visão de futuro, obras públicas deixam de ser simples intervenções físicas e se tornam estruturas duradouras capazes de melhorar vidas e fortalecer o desenvolvimento do país.
Autor: Brian Woods